De poetazarolho a 17 de Agosto de 2011 às 23:38
“Syntagma”

Ficaram por lá as almas penadas
As pessoas passam apressadas
Olham, sentem-se embaraçadas
E algumas discutem intrigadas

Almas permanecem acomodadas
Nas suas tendas estão alojadas
Vêem-se as cuecas penduradas
Cartazes com palavras desgarradas

A dois passos está o parlamento
As lindas ruas chiques de Atenas
Compras, azafama, uma esplanada

Protesto arrefeceu, secou o lamento
Os turistas tiram uma foto apenas
Captam o instante da alma penada.
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